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DE VOLTA AS RAÍZES:

fonte: http://apostel.com.br/newdevelopments.html

Contando com a experiência de veteranos do mercado financeiro, surge a OSF, um novo empreendimento de Private Equity no Brasil.

Pioneiro do conceito de MBO (management buyout-aquisição de ações pelos administradores) no Brasil no inicio dos anos 90, Hans J. Apostel, recentemente uniu-se a um grupo impressionante de experientes colegas, onde todos compartilham raízes profissionais e pessoais no Brasil, assim como duas décadas de experiência internacional em private equity na Europa e no Brasil. Eles acreditam que oportunidades significativas surgirão neste país membro do BRIC nos próximos anos.

"Nós já presenciamos a primeira onda de empresas institucionais de private equity entrando no mercado no meio da década de 90. Isto proporcionou uma excelente opção de escape para nosso portfólio que era composto somente por antigas subsidiarias de empresas internacionais, que estavam dispostas a reduzirem sua exposição à hiperinflação e políticas econômicas desordenadas no final da década de 80 e começo da de 90 no Brasil", de acordo com Sr. Apostel.

Embora o plano de estabilização do meio da década de 90 tenha alterado as bases do cenário econômico brasileiro para sempre, uma seqüência de crises internacionais em economias emergentes e setores de negócio, e um ajuste para uma política comercial não controlada somadas a uma limitação do mercado de capitais nos anos seguintes afetaram negativamente o desempenho dos fundos de private equity deste primeiro ciclo.

Um segundo ciclo ajudou no estabelecimento de atrativas taxas de retorno para esses fundos, em sua maioria brasileiros, que investiram prudentemente durante os primeiros anos "surpresa" da presidência de Lula e no mercado em alta de commodities e retiraram-se oportunamente em meio a uma onda sem precedentes de IPOs (Ofertas Públicas Iniciais).

"Estamos entrando em um terceiro ciclo no momento, com empresas de private equity globais e bem capitalizadas chegando ao Brasil a todo o momento e buscando negociações de tamanho substancial" diz Sr. Apostel. "Os fundos brasileiros irão desempenhar um papel menor daqui para frente, especialmente à luz de um processo no qual os fundos de pensão brasileiros, praticamente até então únicos fornecedores de capital de longo prazo no país, estão redefinindo seus papéis e atitude em relação ao controle de ativos alternativos."

Diante deste cenário, o novo empreendimento "OSF Merchant Banking" terá como foco investimentos em controle de "campeões escondidos" brasileiros, empresas mid-cap com liderança de mercado em nichos muitas vezes ignorados. Este conceito de investimento já rendeu excelentes retornos aos sócios fundadores na Europa.

Estas empresas, todas com grande potencial de crescimento, vão se beneficiar do conhecimento da equipe e de suas contrapartes internacionais alem do longo track-record de saídas. Isto ainda é uma exceção no Brasil apesar da crescente profissionalização do mercado. Outro aspecto inovador é que a OSF poderá prover patrimônio liquido e financiamento de determinadas dívidas, tendo assim maior independência e flexibilidade na estruturação de aquisições.

Os sócios fundadores da OSF incluem, entre outros, Dr. Thomas Jetter, ex-sócio sênior do Permira, fundo europeu líder de private equity, que anteriormente teve posição sênior no banco J.P.Morgan e na consultoria McKinsey em São Paulo e o Dr. Volker Trautz, antigo conselheiro e CEO da operadora de petroquímicos de $40 bilhões Lyondell/Basel. Ele esta se restabelecendo no Brasil como sócio operacional, onde viveu por quase 20 anos como CEO da BASF Brasileira.

Apesar do Road show do fundo não estar marcado para começar antes do final de janeiro de 2010, a OSF já está em negociações em relação a possíveis aquisições que seriam financiadas pelos próprios sócios e investidores privados e institucionais relacionados antes do fechamento do fundo.